sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Voltando em dias de carnaval :





Dias de carnaval ( Marcelo Carvalho )

Se é dia de sol
Ela quer ir ao mar
Se é dia de chuva
Ela quer ir dançar

Se é dia de lua
Ela quer ficar nua
Nas escolas de samba
Ela quer ficar bamba

Se um homem se assanha
Ela não se estranha
Tudo é natural
Em dias de carnaval

Se há problemas no mundo
Ela esquece em um segundo
Tudo é tão normal
Em dias de carnaval.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Out: Bush. In: Obama.


Hoje é um dia que entrará para história... Os EUA tem um novo presidente. O que faz este fato ser ainda mais curioso, é que desta vez, contrariando todas as outras eleições passadas, o novo homem a assumir a casa branca não tem a cor da pele clara. É isso mesmo! Como todos sabem, Barack Obama, de 47 anos, é o primeiro negro a se sagrar presidente da maior potência mundial.

Mas, o que isso quer dizer? Muita coisa! Logo os EUA, o país conhecido por atos racistas ao longo do tempo ( principalmente no meio político ) parece ter aprendido com as lições vividas, que a cor não determina a capacidade administrativa de uma pessoa. E enquanto as pesquisas demonstravam rejeição populacional de 70% para o até então presidente J.WBush, Barck Obama, do Partido Democrata, crescia nas intenções de votos e mais tarde confirmaria seu favoritismo derrotando o seu adversário ( apoiado por Bush ) John A. Macken, sendo assim, o novo presidente norte americano.

Nesta terça feira, 20/01, Bush se despede da presidência dos EUA, Obama enfim toma posse. Era um momento esperado por muitos. O país em meio de crises interna e externas busca alternativas de crescimento e superação. Os americanos e o mundo criam enormes expectativas para o futuro, e Obama representa para estes nada mais que uma palavra: MUDANÇA.

Eu, particulamente, prefiro não depositar muitas esperanças e nem expôr opiniões em relação a esse futuro. Republicanos e Democratas por diversas vezes brigaram pelo poder e não tivemos mudanças signifcativas... Quem me conhece, sabe que eu sempre tenho um pé atrás em relação a forma americanizada ( seja democrata ou republicana ) dos governantes administrarem os EUA e o mundo. Só fico na torcida para que as tropas do Iraque sejam mesmo retiradas, e o embargo a Cuba chegue ao fim.

Alguns tópicos que eu não posso deixar de mencionar :

-Sobre a tal crise que eles mesmo plantaram; Econômia vive de confiança. Talvez Obama consiga melhorar a confiança nos EUA, já é alguma coisa.
.
- Sobre o Bush, já vai tarde, filhodamãe.
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- Sobre o Obama, novamente, boa sorte. O pepino a ser descascado é grande. E que o senhor justifique toda essa euforia e expectativa criada "em cima" de sua pessoa.

Abraços, Marcelo.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Simples assim...


Não importa o lugar, nem mesmo o momento... Não importa as razões, nem mesmo os motivos... Não procure muito, não idealize muito... O mundo perfeito só existe em imaginações, logo, não imagine tanto, não complique tanto... Afinal, tudo é simples, simples assim...

A felicidade é algo que pode estar ao seu lado, sendo que você nem a perceba... Para que se tenha um sorriso, não é preciso ser a pessoa mais realizada do mundo, e sim, ser sensível ao ponto de se encantar pelos pequenos detalhes que os cercam, pois são esses os que compõe as coisas mais verdadeiras que dão o sentido à vida. São essas as coisas mais simples, simples assim...

Não se preocupe, não tenha medo... Não viva pensando no que deixou de fazer ontém, nem no que fará amanhã... Faça o que lhe fizer bem, e viva de maneira com que lhe sinta bem... Sem que seja necessário sofisticar os sentimentos, pois o maior deles, se encontra presente dentro do seu coração. Um coração puro e simples, simples assim.
Abraços.
Marcelo, em um post simples, de coração.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Domingo sem futebol...


Sentimento vazio, tédio, necessidade... Domingo sem futebol é como ir a praia em dias de chuva esperando um sol que as previsões diz não vir... É uma imensa vontade de mudar o tempo e fazer com que ele passe mais rápido. O corpo fica inquieto e tudo é agonizante. O Faustão e o Gugu ficam mais sem graça do que já são, aliás, tudo fica sem graça. E o pior é que não há nada que você possa fazer senão lamentar.

Domingo sem futebol não é domingo. O final de semana é apenas um início torturoso de esperas para que o próximo chegue, e assim seucessivamente, até a bolinha rolar. A cerveja parece que fica mais quente, a carne-de-sol, a banana frita das quatro horas, tudo parece perder o seu gosto... E só de pensar que quando a noite vier, no fantástico ou nos programas esportivos, você não verá os gols da rodada... Pânico! É, até o pânico deixa de ser engraçado ¬¬

Sentimos falta sim... Da emoção, dos gritos da torcida, das jogadas (bonitas ou não) e até de nossos próprios xingamentos... Afinal, na segunda tudo era esquecido e nós já preparávamos as latinhas no congelador para a rodada seguinte.

E enquanto dia 25 não vem, me despeço de vocês assim; frio, sem graça, sem sentido, tanto quanto um domingo sem futebol.

Bom final de semana a todos, mesmo que a bolinha não role, hehe.

Abraços,
Marcelo.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Em busca do elo de união.


Viva!
Mas não viva muito
Pois quem muito vive
Pouco pensa

Pense!
Mas não pense muito
Pois quem muito pensa
Sofre tanto

A cada notícia
Uma bomba que explode
Em pleno teu corpo
Lhe quebra em dois

Em cada metade
Diferentes partes
De um lado a sua mente
Do outro o corção

De um lado o raciocínio
Do outro a emoção
É um lado que lhe prende
E um outro que lhe solta

Pense!
Mas não lhe prende
Viva!
Mas não lhe solte

Quem pensa muito
Se prende e pouco vive
Quem muito vive
Se solta e pouco pensa

Mas no meio das metades
Do teu corpo há união
A divisão dos sentimentos
Raciocínio e emoção

No meio, tudo é diferente
A gente, pensa como gente
A gente, vive como gente

Não pensamos muito
Tampouco vivemos pouco
Não pensamos pouco
Tampouco vivemos muito

(Marcelo Carvalho)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

" Somos quem podemos ser " ? ? ?


Primeiramente, gostaria de desejar boa noite a todos os amigos, que graças a Deus, me dão o incentivo que eu preciso para escrever aqui. De coração, muito obrigado!

Essa tarde estava eu assistindo a tv enquanto me deparo com a chamada da nova edição do Big Brother Brasil ( que número mesmo? ). Bom, foi só um simples fato que me chamou atenção para que eu começasse a escrever sobre o poder que a mídia e o sistema têm de nos influenciar.

Quero deixar claro que de jeito maneira a minha itenção é ofender alguma pessoa por qualquer motivo que seja, pois como pessoa, sei que estamos sujeitos a qualquer tipo de influências, principalmente quando vêm daqueles que possuem armas muito mais fortes que as nossas.

Sendo assim, faço aqueles velhos questionamentos já batidos por muitos : "Quem somos?" "O que queremos?" A canção nos diz que : " Somos quem podemos ser ". Pois bem, o que podemos ser? Até que ponto deixamos nossa personalidade de lado para seguirmos tendências? Até que ponto nossa personalidade existe? Queremos o que de fato queremos, ou queremos aquilo que nos é imposto? Enxergamos os nossos objetivos, ou somos cegos por objetivos fábricados?

A cada dia que passa, por mais que não consigamos notar, o mundo vem se transformando em um cenário dividido entre gigantes e pequenos, mandantes e obedientes, manipuladores e manipulados... É o velho jogo em que a massa se submete às imposições da mídia, que a qualquer custo, influi em nossos gostos, em nossas visões, em nossas roupas, enfim, em nossas vidas. Por mais que alguns se julguem espertos os suficientes para dizerem que não, e que ninguém é obrigado a se influenciar por nada, posso até concordar que a palavra "obrigação" tenha um peso maior para certa medida, mas, é inegável que todos os ventos são soprados para seguirmos os interesses de quem os sopram, mesmo que estes possam ir de contrário a nossa própria indentidade.

{Nas vitrines, nos comerciais e nos anúncios que muitas vezes vão além dos outdors, as frases imperativas predominam : - "Compre!" "Prove!" "Vista"! "Use"! "Abuse"! ... Se render a isso, às vezes se torna impossível quando nos faltam escolhas.

Modelos adolescentes e garotas propagandas exibem seus corpos desprovidos de gorduras e bem recheados de ossos. É criado um novo padrão de beleza e as pessoas querem ficar cada vez mais ''encaixadas" neste. ( Anorexia é consequência? Que isso, puro acidente. )

Na televisão, programa de "entreterimento" busca enfeitiçar o telespectador e prendê-lo a um novo vício que se resume a acompanhar o que acontece diariamente na 'casa mais vigiada do Brasil'. E os telejornáis, se aproveitam de fatos trágicos e criam sensacionalismo para comover a população, mesmo que para isso, seja preciso atordoar a cabeça de alguém que sofre por alguma vítima. ( o que importa é a audiência ) }

Diante de alguns dos muitos exemplos existentes, a grande verdade que nos vem à tona, é que mesmo sem querermos, e muitas vezes sem até percebermos, nos tornamos um alvo fácil para adequarmos a um sistema que nos usam de robôs e faz com que sejamos instrumentos manipuláveis com o dever de contribuir para sua permanência. Alguns ainda acreditam em liberdade, e eu a questiono; Será que somos livres para sermos o que realmente somos?

Fortes Abraços;
Marcelo.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Agora que a péla acabou ...


Garçon, pode mandar a linguiça que o trema não existe mais . E hoje eu apoio tudo que você quiser, mesmo que a jiboia tenha pelo menos pelo de cabelo, pois os acentos em ditongos abertos éi e ói das palavras paróxitonas também estão extintos, assim como o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo .

Para simplificar :

{ Antes: 'Européia, idéia, heróico, apóio, bóia, asteróide, Coréia, estréia, jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia'

Depois: 'Europeia, ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia'* Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte)

Antes: 'Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa'

Depois: 'Para, pela, pelo, polo, pera, coa' }

É isso mesmo amiguinhos... Agora péla ( de porco ou de qualquer coisa ) escreve como pela ( pela vida de Jesus Cristo ) .

Pêlo ( de cabelo ) agora virou pelo ( pelo amor de nossa senhora )

Eu não apóio mais nada, pois tudo agora tem seu próprio apoio.

Bom domingo a todos vocês... pois essa minha postagem foi tão ridicula, quanto essas novas regras da língua portuguesa. Afinal de contas, todo assunto deve ser tratado da maneira que merece.

Será que alguém vai acostumar com essa palhaçada?!

Abraços;
Marcelo.